Curadoria: Mákina de Cena / MdC Records
Para 2026, na sequência das edições do Palco Med Jazz (2022/23/25), a Mákina de Cena propõe uma programação abrangente, que vai desde a apresentação de novos projetos, a artistas consagrados do panorama nacional, passando também por artistas internacionais.
Com este novo trabalho, o saxofonista Javier Ortí abre uma janela para o seu universo criativo mais íntimo. Revelación apresenta oito composições originais, incluindo três contrafactos, onde predominam tempos médios e lentos, gerando um ambiente expressivo que ousa arriscar enquanto explora uma paleta emocional mais colorida e profunda.
O coração do projeto é um quarteto de jazz clássico, desta vez com foco particular no diálogo entre saxofone e guitarra.
Revelación é simultaneamente uma evolução e uma síntese: um trabalho que busca emocionar os ouvintes com autenticidade e que consolida a identidade de Ortí como compositor e líder de projeto, com uma marcada sensibilidade melódica e estética contemporânea.

Francisco Neves apresenta-se em quinteto com Luís Cunha, Desidério Lázaro, João Custódio e João Ribeiro para interpretar a música intemporal de Oscar Pettiford, provavelmente o mais importante contrabaixista da geração do bebop (anos 40 e 50) no que toca à criação de uma nova linguagem para o contrabaixo. Este projeto propõe-se à interpretação integral do álbum de 1954 “Oscar Pettiford Modern Quintet” adaptado para uma instrumentação ligeiramente diferente que contém trompete e guitarra em vez de trompa e piano. Como complemento, interpreta ainda uma seleção de mais três composições gravadas pelo contrabaixista. Os temas e arranjos transcritos meticulosamente a partir das gravações de Pettiford servem também de veículo para a improvisação dos elementos do quinteto.
Francisco Neves – guitarra
Luís Cunha – trompete
Desidério Lázaro – saxofone
João Custódio – contrabaixo
João Ribeiro – bateria

“A arte foi, é e será sempre arma e abrigo. Nos tempos sombrios que habitamos, urge resistir — resgatar a pureza de sermos, simplesmente, nós e a arte, face a face, sem ruído nem disfarce.” (Miguel Ângelo) DISTOPIA é o novo álbum do trio liderado pelo contrabaixista e compositor Miguel Ângelo, editado sob a chancela da recém-criada +RECORDS. Depois do aclamado UTOPIA, lançado em 2019, o trio — agora com Luís Ribeiro na guitarra e Mário Costa na bateria — regressa com uma obra surpreendente e envolvente, a qual foi nomeada para os Prémios Play 2026, na categoria de Melhor Álbum de Jazz .
DISTOPIA foi considerado um dos melhores discos Portugueses de 2025 pela revista Jazz.pt.
