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	<title>Notícias - Festival MED 26</title>
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	<description>Em 2026, O Festival MED está de regresso à Zona Histórica de Loulé, de 26 a 29 de junho, com muita e boa música, um programa multidisciplinar e multicultural e um ambiente onde se respiram as diversas vivências do mundo.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 May 2026 13:12:35 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Notícias - Festival MED 26</title>
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		<title>ANUNCIADOS MAIS ARTISTAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do Leste Europeu ao Norte de África, passando por Portugal e Brasil, o Festival MED continua a apresentar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid qodef-section qodef-content-aligment-left" style=""><div class="clearfix qodef-full-section-inner"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		13 de maio de 2026	</h5>

	</div>

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	<p class="qodef-section-before-text" >
			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		FESTIVAL MED ANUNCIA MAIS ARTISTAS PARA 2026	</h2>

	</div>
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			<p>Do Leste Europeu ao Norte de África, passando por Portugal e Brasil, o Festival MED continua a apresentar um leque muito vasto de artistas e respetivas proveniências. <strong>Dima Libre &#8211; Labess Trio</strong><strong>,</strong><strong> Ëda Diaz</strong><strong>,</strong><strong> Ganna Gryniva e Tó Trips &amp; The Fake Latinos</strong> constituem alguns dos nomes que o festival acaba de comunicar para apresentações que decorrem em Loulé, entre os dias 25 e 28 de junho.</p>
<p class="mb-0"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202026/To%CC%81%20Trips_01%20%C2%A9%20Kid%20Richards.jpg" alt="Multimédia0" width="500" height="750" /></p>
<p class="mb-0">Do memorável Tiny Desk feito pelo grupo liderado pelo personagem Nedjim Bouizzoul &#8211; os <strong>Labess</strong> <strong>Trio</strong> – conseguimos reter a mistura entre a música tradicional do Norte de África (chaâbi), passando pela rumba cigana e flamenco, sempre com a confluência linguística entre árabe, francês e espanhol.</p>
<p><img decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202026/LABESS2.jpg" alt="Multimédia1" width="500" height="249" /></p>
<p>Num campo musical diametralmente oposto, mas profundamente moldado por mistura de influências, a franco-colombiana <strong>Ëda Diaz</strong> destaca-se por incorporar raízes afro-colombianas, jazz e eletrónica.</p>
<p>Também com um pé no jazz, a cantora e compositora ucraniana <strong>Ganna Grynivia</strong> traz de Berlim (cidade que a adotou) uma camada musical diferenciada.</p>
<p><strong>Koza Mostra</strong> aterram em Loulé vindos da Grécia. Na bagagem trazem consigo uma fusão entre punk, ska e música tradicional grega, com a presença de instrumentos como bouzouki e violino.</p>
<p>“<em>Accordian fighter</em>” é como o bielorrusso<strong> </strong><strong>Yegor Zabelov</strong> se autodescreve e também tem encontro marcado com o público do MED em junho.</p>
<p>A country folk de <strong>Daniel Kemish &amp; Friends</strong> não tem barreiras entre o Reino Unido e os Estados Unidos da América. A ligação do Oceano Atlântico acontece igualmente com a apresentação da dupla <strong>Manuel de Oliveira</strong> (viola) e <strong>Bianca Gismonti</strong> (piano). Entre o fado e o jazz, o Brasil e Zeca Afonso, o espetáculo é habitualmente referido como uma “conversa musical”.</p>
<p>Portugal marca igualmente presença com o trio de bateristas que formam o grupo <strong>Sangue Suor.</strong> Composto por Ricardo Martins, Susie Filipe e Rui Rodrigues, o grupo reforça as múltiplas soluções rítmicas criadas em trio.</p>
<p>E finalmente um dos artistas mais talentosos dos últimos tempos em Portugal: Tó Trips, apresenta o seu mais recente projeto (<strong>Tó Trips &amp; The Fake</strong><strong> Latinos</strong>). Uma viagem musical profunda à guitarra elétrica, conduzida por um artista ímpar no panorama nacional.</p>
<p>A 22ª edição do Festival MED continua a juntar nomes a um cartaz que já deu a conhecer <strong>Sérgio Godinho, Salif Keita, Tiken Jah Fakoly, Groundation, Arnaldo Antunes </strong>e <strong>Mario Lucio</strong>   &amp; <strong>The Pan African Band</strong>, entre muitos outros artistas vindos de várias partes do globo, num total de mais de 30 países.</p>
<p>Para este ano já foi também anunciado o conceito CIDADE MED, com vista à integração total da cidade tendo como objetivo a promoção e dinamização da economia local. Outras novidades são a ampliação do recinto, um novo espaço com o MED Lounge, a integração plena do Mercado Municipal de Loulé, o aumento da área de gastronomia / streetfood e ainda uma nova entrada no recinto (junto ao Largo de S. Francisco), para além das duas existentes (entre o Mercado Municipal e a Câmara Municipal / na rua de acesso ao Castelo de Loulé, junto ao Café Calcinha), garantindo maior comodidade para o visitante.</p>
<p>O Festival MED destaca-se pela programação diversificada, com mais de 50 concertos, centenas de artistas em representação de 30 países e 5 palcos principais (Matriz, Cerca, Chafariz, Castelo e Hammam). O evento decorre de 25 a 27 de junho, garantindo ainda um dia de acesso gratuito (28 junho).</p>

		</div>
	</div>
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			</item>
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		<title>MAIS NOVAS CONFIRMAÇÕES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição de 2026 do Festival MED dá a conhecer novas confirmações. Reforçando o seu ADN, o evento</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid qodef-section qodef-content-aligment-left" style=""><div class="clearfix qodef-full-section-inner"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			</p>

	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		15 de abril de 2026	</h5>

	</div>

<div class="qodef-section-title">
	<p class="qodef-section-before-text" >
			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		GROUNDATION, ARNALDO ANTUNES E MÁRIO LÚCIO – MAIS NOVAS CONFIRMAÇÃO DO MED 2026	</h2>

	</div>
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			<p>A edição de 2026 do Festival MED dá a conhecer novas confirmações. Reforçando o seu ADN, o evento congrega diferentes latitudes musicais com música vinda de todo o mundo pronta a ser apresentada na cidade de Loulé. <strong>Groundation</strong>, <strong>Arnaldo Antunes</strong>, <strong>Mário Lúcio &amp; The Pan African Band</strong>, <strong>Dikanda</strong> e <strong>Lala Tamar</strong> constituem alguns dos nomes que marcam presença no MED, que decorre entre 25 e 28 de junho.</p>
<p><img decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202026/Groundation.jpg" alt="Multimédia0" width="500" height="356" /></p>
<p>As novidades são muitas e diversificadas. Desde os <strong>Groundation</strong>, banda californiana que é a mistura de reggae, funk e dub, passando por ícones como o brasileiro <strong>Arnaldo Antunes</strong> e o cabo verdiano <strong>Mário Lúcio &#8211; com a The Pan African Band</strong> &#8211; , o MED acaba de agregar mais qualidade ao cartaz de 2026.</p>
<p>Com três décadas de carreira, os polacos <strong>Dikanda </strong>estão também confirmados, assim como o rock psicadélico, que viaja entre a Alemanha e a Turquia, sob a vertigem dos <strong>Lalalar</strong>. No mesmo domínio rock, mas com um vínculo total à música árabe e misturado com o jazz, chega o colectivo <strong>Sarãb</strong>, sediado em França. Do mesmo país viaja <strong>Cyrille Brotto</strong> (Acordeão) acompanhado por <strong>Ablaye Cissoko</strong> (Kora, Senegal).</p>
<p>Com sede na Coreia do Sul mas com influências várias vindas do norte de África, dub e afro-beat, o coletivo <strong>Omar and the Eastern Power</strong> tem espetáculo marcado para Loulé. As influências norte-africanas são o pilar mestre da expressão artística de <strong>Lala Tamar</strong>, que junta o instrumento guembri com poesia, dança, canto e uma forma feminina ímpar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202026/M%C3%A1rio%20L%C3%BAcio%20%C2%A9Jo%C3%A3o%20Azevedo%201.jpg" alt="Multimédia1" width="500" height="333" /></p>
<p>O festival tem muitos ingredientes para juntar ao cartaz já divulgado, que inclui nomes como <strong>Goran Bregovic</strong>, <strong>Sérgio Godinho</strong>, <strong>Salif Keita</strong>, <strong>Tiken Jah Fakoly</strong>, <strong>Expresso Transatlântico</strong>, <strong>Fidju Kitxora</strong>, entre muitos outros artistas vindos de várias partes do globo, num total de mais de 30 países já representados na edição de 2026 do MED.</p>
<p>Para este ano está também já anunciado conceito <strong>CIDADE MED</strong>, com vista a integração total da cidade com objetivo de promoção e dinamização da economia local, bem como a ampliação do recinto, com um novo espaço como o MED Lounge, a integração plena do Mercado Municipal de Loulé, aumento da área de gastronomia / streetfood e ainda nova entrada no recinto (junto ao Largo de S. Francisco, para além das duas existentes (entre o Mercado Municipal e a Câmara Municipal / na rua de acesso ao Castelo de Loulé, junto ao Café Calcinha), garantindo maior comodidade para o visitante.</p>
<p>O Festival MED destaca-se pela programação diversificada, com mais de 50 concertos, centenas de artistas em representação de 30 países e 5 palcos principais (Matriz, Cerca, Chafariz, Castelo e Hammam). O evento decorre de 25 a 27 de junho, garantindo ainda um dia de acesso gratuito (28 junho).</p>

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	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Prémios Iberian Awards</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 13:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival MED, evento de World Music organizado pela Câmara Municipal de Loulé, consolidou o seu prestígio</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid qodef-section qodef-content-aligment-left" style=""><div class="clearfix qodef-full-section-inner"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			</p>

	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		16 de março de 2026	</h5>

	</div>

<div class="qodef-section-title">
	<p class="qodef-section-before-text" >
			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		PROGRAMA CUTURAL E SEGURANÇA DÃO PRÉMIOS AO FESTIVAL MED 	</h2>

	</div>
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			<p>O <strong>Festival MED</strong>, evento de <em>World Music</em> organizado pela Câmara Municipal de Loulé, consolidou o seu prestígio internacional ao conquistar dois galardões na <strong>10ª edição dos Iberian Festival Awards</strong>, cuja gala decorreu este sábado, 14 de março, no Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, Açores.</p>
<p>O festival, que acontece no final de junho na Zona Histórica de Loulé, voltou a ser distinguido nestes prémios ibéricos, triunfando em duas categorias: <strong>“Melhor Programa Cultural”</strong> (vencedor ibérico) e <strong>“Prémio Evento Seguro”</strong> (vencedor português).</p>
<p>O MED superou o Festival Murmura, vencedor espanhol, e tornou-se o festival de música da Península Ibérica que em 2025 teve a <strong>melhor programação cultural</strong>. Uma distinção à qual não é alheio o facto do MED ter tido Cabo Verde como “País Convidado”, trazendo a Loulé um programa multidisciplinar que passou pelo cinema, artes plásticas, artesanato ou gastronomia, com enfoque na cultura cabo-verdiana.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202026/Iberian%20Festival%20Awards.jpeg" alt="Multimédia0" width="404" height="453" /></p>
<p>Foram 90 horas de música, 54 concertos, mais de 300 músicos e 28 nacionalidades, espalhados por 12 palcos. A música voltou a ser o foco do evento, com artistas que são verdadeiras referências das músicas do mundo, além das sonoridades de Cabo Verde presentes no encontro entre Dino D’Santiago &amp; Os Tubarões, nos concertos dos míticos Ferro Gaita, da Cesária Évora Orchestra e de um nome da nova vaga musical do país, Ceuzany.</p>
<p>Na categoria de <strong>“Prémio Evento Seguro”</strong>, o MED venceu o galardão português, enquanto que a nível ibérico a distinção foi para o espanhol Festival Gigante. A segurança constitui um dos fatores enumerados pelos visitantes do Festival MED como muito relevante para a participação nesta grande experiência musical e cultural. Graças ao olhar atento que a organização tem tido nesta área, e ao trabalho de uma equipa muito empenhada, tem sido possível montar um dispositivo que assegura a segurança e socorro a pessoas e bens e o apoio a situações de emergência que ocorram no recinto.</p>
<p>Em 2025, a Comissão Municipal de Proteção Civil aprovou, uma vez mais, um Plano de Coordenação do Festival MED, que demonstra que há estrutura de emergência preparada, que se faz de parcerias. Enquanto agentes de segurança pública e de proteção civil, participaram neste evento a Guarda Nacional Republicana, Bombeiros de Loulé, Cruz Vermelha Portuguesa, Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé, assistidos ainda pelo INEM.</p>
<p>Com estes dois prémios, o Festival MED conta já com 12 Iberian Festival Awards.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202026/IFA%20-%201.jpeg" alt="Multimédia1" width="347" height="493" /></p>
<p>Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé, declara: “<em>Estas vitórias são o reflexo do empenho das equipas da Autarquia e de todos os colaboradores que fazem acontecer este grande evento, mas são também o reconhecimento da estratégia de afirmação cultural da cidade no panorama ibérico</em>”.</p>
<p>Por seu turno, Paulo Silva, diretor e programador do MED, destaca a sua reafirmação no contexto internacional. “<em>Estes prémios constituem o corolário de mais um ano em que conseguimos realizar um festival de grande qualidade, merecendo o reconhecimento tanto do público como do júri, da imprensa especializada e dos agentes que operam nesta indústria. Estas distinções colocam Loulé no mapa dos grandes eventos internacionais ligados às músicas do mundo, valorizando não apenas a componente musical, mas todo o seu programa cultural</em>”.</p>
<p>Recorde-se que, além do Festival MED, também o Carnaval de Loulé, a Noite Branca Algarve &#8211; Loulé e o Som Riscado – Festival de Música e Imagem de Loulé figuravam na lista de finalistas da 10ª edição dos Iberian Festival Awards.</p>

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	</div>
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			</item>
		<item>
		<title>CARMEN SOUZA SERVE APERITIVO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 11:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A luso-cabo-verdiana Carmen Souza subiu ao palco do Cineteatro Louletano, no passado sábado, para um</p>
<p>The post <a href="https://festivalmed.cm-loule.pt/carmensouza/">CARMEN SOUZA SERVE APERITIVO</a> first appeared on <a href="https://festivalmed.cm-loule.pt">Festival MED 26</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid qodef-section qodef-content-aligment-left" style=""><div class="clearfix qodef-full-section-inner"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<p class="qodef-section-before-text" >
			</p>

	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		12 de maio de 2025	</h5>

	</div>

<div class="qodef-section-title">
	<p class="qodef-section-before-text" >
			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		CARMEN SOUZA SERVE APERITIVO PARA O FESTIVAL MED E É A PRIMEIRA CONFIRMAÇÃO PARA 2026	</h2>

	</div>
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</div>
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			<p>A luso-cabo-verdiana Carmen Souza subiu ao palco do Cineteatro Louletano, no passado sábado, para um concerto integrado na apresentação final do Festival MED’25, e é a primeira confirmação para a edição de 2026.</p>
<p>Perante uma casa cheia e com a presença da numerosa comunidade cabo-verdiana residente em Loulé, a artista trouxe mornas, funanás, sonoridades mais jazzísticas, blues e até Zeca Afonso.</p>
<p>Neste espetáculo, Souza interpretou vários temas de “Port’ Inglês”, o seu mais recente trabalho, nascido a partir da sua tese de mestrado, e que conta as estórias esquecidas das marcas deixadas na cultura cabo-verdiana, pela presença britânica no país. Músicas em Português, Crioulo e Inglês que personificam este período histórico. O álbum, nomeado para os German Record Critics Awards, na categoria de Best World Music Album, investiga temas de identidade cultural, resistência, colonialismo e descolonização destacando a ligação entre Cabo Verde e o Reino Unido.</p>
<p>No ano em que Cabo Verde é o “País Convidado” do Festival MED, coube a Carmen Souza a honra de ser a primeira artista a trazer a música deste arquipélago atlântico. E fê-lo da melhor maneira, com um público entusiasta, a dançar em alguns momentos, ou cantar. Na última música, uma reinterpretação de “Venham mais Cinco”, de Zeca Afonso, um coro de vozes juntou-se a Carmen Souza, sem dúvida um nome forte de Cabo Verde e da World Music.</p>
<p>“Até 2026!”, disse no final do espetáculo. Um “até breve” ao público louletano que a poderá voltar a vê-la, em junho de 2026, na Zona Histórica de Loulé.</p>

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></div><p>The post <a href="https://festivalmed.cm-loule.pt/carmensouza/">CARMEN SOUZA SERVE APERITIVO</a> first appeared on <a href="https://festivalmed.cm-loule.pt">Festival MED 26</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DO JAPÃO À JAMAICA NO MED’25</title>
		<link>https://festivalmed.cm-loule.pt/japao-a-jamaica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=japao-a-jamaica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2025 11:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O alinhamento musical e cultural completo do 21º Festival MED, evento que decorre de 26 a 29 de junho na</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid qodef-section qodef-content-aligment-left" style=""><div class="clearfix qodef-full-section-inner"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			</p>

	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		11 de maio de 2025	</h5>

	</div>

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			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		Concerto de homenagem a Sara Tavares também está no line-up	</h2>

	</div>
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			<p>O alinhamento musical e cultural completo do 21º Festival MED, evento que decorre de 26 a 29 de junho na Zona Histórica de Loulé, foi anunciado este sábado, no Cineteatro Louletano.</p>
<p>Durante este momento foram divulgados os 13 nomes que irão juntar-se aos 25 já confirmados e que atuarão nos palcos da Matriz, Cerca, Castelo, Chafariz e Hamman. <strong>Mitsune</strong> (Japão), <strong>El Sonidero Insurgente</strong> (Argentina), <strong>Adam Ben Ezra</strong> (Israel/Portugal), <strong>Cesária Évora Orchestra</strong> (Cabo Verde), <strong>The Congos &amp; The Gladiators</strong> (Jamaica), <strong>Lá no Xepangara</strong> (Moçambique, Brasil, Guiné Bissau e Portugal), <strong>Grèn Sémé</strong> (Ilha da Reunião) e <strong>Nomad</strong>, <strong>Virgem Suta</strong>, <strong>A Cantadeira</strong>, <strong>Homem em Catarse</strong>, <strong>Cristina Clara</strong> e <strong>Filipe Sambado</strong> (Portugal) estarão em Loulé para celebrar a diversidade musical, num dos maiores festivais de <em>World Music</em> da Europa.</p>
<p>No dia 27 de junho, prevê-se uma das maiores experiências musicais, performativas e sensoriais desta edição. <strong>Mitsune</strong>, banda japonesa sediada em Berlim, promete surpreender. O grupo é reconhecida por misturar música folk tradicional japonesa com sons psicadélicos, cinematográficos e ritualísticos, ao mesmo tempo que infunde as suas atuações com um espírito punk. O núcleo da banda reside no Tsugaru shamisen, um alaúde de três cordas que outrora foi tornado famoso por músicos cegos e itinerantes do Japão antigo. Mitsune reverencia e reinventa a tradição do shamisen, contando as suas próprias histórias através dos tons evocativos deste instrumento antigo. Os seus espetáculos ao vivo são uma mistura vibrante de energia crua, visuais impressionantes e um toque de humor, criando uma experiência inesquecível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202025/Mitsune.jpg" alt="Multimédia0" width="500" height="335" /></p>
<p><strong>Filipe Sambado</strong> é um dos nomes portugueses que faz parte do cartaz do MED’25, e sobe ao palco no dia 28 de junho. É uma das figuras mais marcantes, desafiantes e originais da música portuguesa contemporânea. Em constante reinvenção, Sambado trouxe para a estrada o espetáculo “<strong>Gémea Analógica”</strong>, uma série de concertos acústicos nascidos do seu último disco de estúdio. Neste formato mais cru e direto, revela não apenas o lado íntimo e vulnerável das canções, mas também a sua essência mais pura.</p>
<p>Uma verdadeira experiência espiritual é o que nos trazem os jamaicanos <strong>The Congos &amp; The Gladiators</strong>, na noite de 27 de junho, um concerto especial que junta duas bandas míticas do reggae dos anos 60/70. Décadas depois, Congos e Gladiators cruzam caminhos para uma digressão conjunta que promete não só celebrar o legado do reggae clássico, mas também reafirmar a sua atualidade e vitalidade.</p>
<p>Passado um ano, depois de ter estado no concerto de apresentação do Festival MED’24, neste mesmo Cineteatro, o projeto <strong>Lá no Xepangara</strong> vai fazer parte do alinhamento da 21ª edição. No dia 28 de junho, Moçambique, Brasil, Guiné-Bissau e Portugal juntam-se em palco para um espetáculo que celebra a obra e o pensamento de José Afonso, a partir de uma perspetiva africana e lusófona, reunindo em palco artistas de diversos países de língua portuguesa. Esta homenagem revisita o legado de Zeca Afonso sublinhando o seu profundo vínculo à cultura africana e à luta contra o colonialismo. Através de arranjos contemporâneos, cruzando sonoridades africanas com a herança musical de José Afonso, <em>Lá no Xepangara</em> não só presta tributo ao artista como reflete sobre os valores de Abril e a atualidade do seu pensamento.</p>
<p>Com raízes na Ilha da Reunião e os ouvidos voltados para o mundo, e em estreia nacional, os <strong>Grèn Sémé</strong> serão os terceiros representantes deste país na história do MED. Este projeto franco-reunionense funde maloya tradicional — ritmo ancestral da Ilha da Reunião — com eletrónica, dub, rock e poesia cantada em crioulo, criando uma linguagem sonora profundamente singular. Tem-se distinguido pela sua abordagem inventiva à música da diáspora crioula, e contam com reputação de culto junto de públicos diversos.</p>
<p>Um dos destaques no que toca à música será ainda o concerto de domingo, “Open Day”, 29 de junho, em que será feita uma homenagem à <strong>cantora e compositora cabo-verdiana Sara Tavares</strong>.</p>
<p>Recorde-se que estes nomes juntam-se aos anunciados em março: <strong>Ferro Gaita</strong>, <strong>Dino D´Santiago &amp; Os Tubarões</strong> (Cabo Verde), <strong>Ceuzany</strong> (Cabo Verde/Senegal), <strong>Carminho</strong>, <strong>a garota não</strong>, <strong>Valter Lobo</strong>, <strong>Stereossauro convida Ana Lua Caiano e Pedro Joia</strong>, <strong>O Gajo </strong>e <strong>Milhanas</strong> (Portugal), <strong>Sílvia Pérez Cruz e Salvador Sobral</strong> (Espanha/Portugal), <strong>Systema Solar</strong> (Colômbia), <strong>Vieux Farka Touré</strong> (Mali), <strong>Barrut</strong> (França), <strong>Balqeis</strong> (Egipto), <strong>Fulu Miziki</strong> (República Democrática do Congo), <strong>iLe</strong> (Porto Rico), <strong>Sofian Saidi</strong> (Argélia), <strong>Justin Adams &amp; Mauro Durante</strong> (Reino Unido/Itália), <strong>Cerys Hafana</strong> (Pais de Gales), <strong>Shkoon</strong> (Síria /Alemanha), <strong>Alain Pérez y la Orquesta</strong> (Cuba), <strong>Paulo Flores</strong> (Angola), <strong>Tarwa N-Tiniri</strong> (Marrocos) e <strong>Queen Omega</strong> (Trindade e Tobago).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OUTROS PALCOS</strong></p>
<p>A música do Festival MED não se faz só nos palcos principais, mas também noutros espaços menos convencionais e mais intimistas. É o caso do Café Calcinha, do Arco (atrás da Igreja Matriz) e da zona adjacente ao Mercado. Por estes palcos irão passar os músicos <strong>Nanook</strong>, <strong>Daniel Kemish</strong> e <strong>Eduardo Ramos</strong>. Três “one man show” que trarão sonoridades de diferentes geografias ao Festival.</p>
<p>Por outro lado, a música clássica invade a Igreja Matriz para trazer um alinhamento de sonoridades mais eruditas ao Festival MED. O MED Classic apresenta quatro concertos que terão a curadoria de Sérgio Leite, diretor do Conservatório de Música de Loulé. Da Bélgica junta-se a este cartaz o <strong>Flanders Recorder Duo</strong>, no dia 26. Para o dia 27, <strong>Gil Fesch e Nuno Pinto</strong> juntam-se para um Duo de Guitarras. Já no dia 28, os espanhóis Protus Marimbá Quartet estarão presentes. E como já é tradição, os alunos do <strong>Conservatório de Música de Loulé</strong> atuam na noite do “Open Day”, 29 de maio. Desta vez serão acompanhados pelo <strong>Conservatório Profissional de Música Francisco Guerrero de Sevilha</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CABO VERDE, PAÍS CONVIDADO</strong></p>
<p>Cabo Verde é o “País Convidado” desta 21ª edição, trazendo ao Festival MED um programa multidisciplinar que passa pelo Cinema, Artes Plásticas, Artesanato ou Gastronomia. Em 2025, no ano que se assinala os 50 anos de independência, é Cabo Verde o país-convidado do Festival e a presença de mornas, cachupa, tabanca, pano di terra, grogue e funaná vão ser sentidos em Loulé, em especial no “Pátio” (Claustro do Convento Espírito Santo).</p>
<p><strong>Ceuzany</strong>, <strong>Dino D`Santiago com Os Tubarões</strong>, <strong>Ferro Gaita</strong>, <strong>Carmen Souza</strong> (nesta apresentação) e <strong>Cesária Évora Orchestra</strong> constituem os pontos altos em termos musicais, de uma programação que contém muito deste arquipélago atlântico.</p>
<p>O fim de semana que antecede os dias do Festival vai ser inteiramente dedicado à cultura cabo-verdiana.</p>
<p>Na literatura, na Casa da Cultura de Loulé – Edifício Atlético, no dia 21 de junho, a partir das 17h30, os escritores cabo-verdianos <strong>José Luiz Tavares</strong> e <strong>Dina Salústio</strong> são os convidados para uma conferência que versará sobre a literatura do país.</p>
<p>No âmbito de <strong>“Falas Afrikanas”</strong>, projeto editorial de obras e autores/as africanos/as, neste dia será apresentado, por Raja Litwinoff, um catálogo sobre a produção literária do país.</p>
<p>Inaugura a 20 de junho, a <strong>Exposição “Cartografias Transatlânticas”</strong>, dos artistas Fidel Évora, Jacira da Conceição, Amadeu Carvalho e Carlos Noronha Feio, com curadoria de João Serrão e Ricardo Vicente.</p>
<p>“Cartografias Transatlânticas” reúne, na Galeria do Espírito Santo, em Loulé, quatro artistas cuja ligação a Cabo Verde é simultaneamente íntima e deslocada. Vivem fora do Arquipélago, mas com ele constroem um diálogo contínuo — silencioso por vezes, mas sempre presente. As suas obras não procuram representar o território, mas cartografar os seus vestígios, reverberações e reencontros através da imagem, do som, do corpo e da matéria.</p>
<p>O filme <strong>“Sodade”</strong>, realizado pela cabo-verdiana Sarah Grace, é apresentado no dia 22 de junho, no Solar da Música Nova. A película, distinguida internacionalmente, explora temas profundos como amor, traição e ódio, através da história de personagens que vivem os desafios e dilemas da diáspora. Filmado nas belas e impactantes paisagens vulcânicas da Ilha do Fogo, “Sodade” destaca-se pela sua cinematografia impressionante e por captar a essência da cultura e do espírito cabo-verdianos. É o primeiro filme cabo-verdiano a ser distribuído comercialmente em salas de cinema em Portugal e noutros territórios internacionais.</p>
<p>Durante os dias do Festival, a sétima arte continua a ter as cores de Cabo Verde. No espaço Cinema MED, junto à Galeria de Arte, é exibido, na noite de 26 de junho, <strong>“Cesária Évora”</strong>, lançado em 2022, pela realizadora Ana Sofia Fonseca. Trata-se de um documentário íntimo sobre a vida e carreira da voz maior de Cabo Verde, com imagens inéditas. Segue-se um DJ Set com Pedro Ramos e Bordel Pinheiro. Os DJs da Futura – Rádio de Autor prometem um intenso bailarico com música dos quatro cantos do mundo.</p>
<p>Ainda no cartaz do Cinema MED’25, novamente com curadoria de Rui Tendinha, mais um documentário, <strong>“Kmêdeus”</strong> (“Come Deus”), de Nuno Boaventura Miranda. Retrata a intrigante história de um excêntrico sem-teto da Ilha de São Vicente, conhecido por muitos como louco e por outros como um grande artista. Vai ser exibido no dia 27. Nesta noite será lançado “Terra Longe”, documentário de Bernardo Lopes sobre o músico do Mindelo Jon Luz, que foi guitarrista de Sara Tavares. O músico fará, de seguida, um <em>show-case</em>.</p>
<p>Finalmente, no dia 28, e já fora da programação do “País Convidado”, será exibido um documentário “fora da caixa”. <strong>“Happier Happier Happier”</strong>, de Telmo Soares com Noiserv. Trata-se de uma curta-metragem sobre Noiserv e o seu surpreendente convite para ir atuar no canal CCTV1 da televisão nacional da China.</p>
<p>A noite encerra com o filme concerto <strong>“Ressaca Bailada”</strong>, dos Expresso Transatlântico e Sebastião Varela, com a banda a tocar nos antigos Armazéns Abel Pereira da Fonseca. Conta com atores como Rita Blanco, Vicente Wallenstein ou Lara Dutra a encarnarem personagens de ficção. Haverá ainda espaço para um DJ set com os Expresso Transatlântico.</p>
<p>A iniciativa <strong>“Poesias do Mundo”</strong>, coordenada por “Tapé” está de regresso e desta vez o foco será Cabo Verde. No espaço Cinema MED serão declamados pomas e prosas de autores cabo-verdianos, quer em Português, quer em Crioulo, bem como de outras nacionalidades.</p>
<p>Também em termos gastronómicos destaca-se este país. As chefes cabo-verdianos Milocas e Fátima Moreno irão mostrar como se confecionam alguns pratos típicos, num <em>show-cooking</em>, no “Open Day” (dia aberto, com entrada livre), 29 de junho, domingo, na Alcaidaria do Castelo.</p>
<p>Nas <strong>artes de rua</strong>, haverá tabanca, kola san jon, o batuque e a txabeta. Mas para além dos ritmos cabo-verdianos, estarão presentes o cante alentejano, danças da América Latina, ranchos folclóricos e muito mais.</p>
<p>No <strong>MED Kids</strong>, espaço junto ao Largo da Matriz dedicado aos mais novos, o contador de histórias Adriano Reis traz a iniciativa “Stera – Na Boka Noti”, em que irá partilhar com o público júnior contos e jogos infantis cabo-verdianos.</p>
<p>As oleiras Isabel Sanches e Edna Sanches Cabral vão estar diariamente no “Pátio” de Cabo Verde para dar vida a peças únicas e mostrar um pouco desta arte ancestral. As peças serão também criadas durante workshops de olaria infantil, permitindo a conexão com tradições e novas plateias.</p>
<p>“São 90 horas de música, 54 concertos, mais de 300 músicos e perto de 30 nacionalidades espalhados por 12 palcos. Juntamos a exposição de arte, o artesanato, os artistas de rua e temos uma das edições mais fortes de sempre do MED. Estamos muito felizes e confiantes também porque o ‘País Convidado’, Cabo Verde, faz o casamento perfeito com Loulé, onde existe forte comunidade cabo-verdiana e a relação entre a cidade e o arquipélago não podia ser mais consistente”, refere o diretor Carlos Carmo.</p>
<p>Já o autarca Vítor Aleixo acredita que afluência ao evento e à cidade durante estes dias será enorme. “Está tudo a postos para termos mais uma edição que atrairá a Loulé muitos visitantes, e seguramente irá dinamizar fortemente a economia local. Nestes dias Loulé, cidade vibrante em termos culturais, é um ponto de união de muitas nacionalidades, gente que vem de vários pontos do Globo e isso deixa-nos muito felizes”, sublinha.</p>
<p>Numa altura em que decorrem trabalhos de requalificação na Zona Histórica de Loulé, o autarca referiu que “as obras têm sio feitas de forma a interferir o menos possível com os dias do Festival”.</p>
<p>Em nome de Cabo Verde, a gestora do Centro Cultural de Cabo Verde em Lisboa, Ângela Barbosa, sublinhou a importância desta participação: “Fazer parte do Festival MED como ‘País Convidado’ no ano em que celebramos 50 anos da nossa independência é fantástico! É um orgulho integrarmos esta grande festa. Se há algo que realmente sustenta a alma dos cabo-verdianos é a sua cultura”.</p>
<p>O Festival MED volta a contar com a RTP e RDP como <em>media partners</em>.</p>
<p>Os bilhetes estão à venda no Cineteatro e em BOL.pt, com preço reduzido, até ao dia 22 de junho: Bilhete Diário 10 euros, Bilhete Festival 30 euros e Bilhete Família Diário 35 euros.</p>

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		<title>CABO VERDE VAI TER MONTRA CULTURAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 11:27:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mornas, cachupa, tabanca, pano di terra, grogue, funaná e muito mais: os sons, cores e sabores do Arquipélago de</p>
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	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		7 de maio de 2025	</h5>

	</div>

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			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		Programa como “País convidado” apresentado hoje, em Lisboa	</h2>

	</div>
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			<p>Mornas, cachupa, tabanca, pano di terra, grogue, funaná e muito mais: os sons, cores e sabores do Arquipélago de Cabo Verde vão assentar arraiais na Zona Histórica de Loulé, de 26 a 29 de junho, na 21ª edição do Festival MED.</p>
<p>Cabo Verde vai ser o próximo “País Convidado”, iniciativa do MED que teve lugar pela primeira vez em 2024, com uma celebração da cultura de Marrocos. Este ano, é a vez de Cabo Verde mostrar a sua diversidade musical, cultural e gastronómica, e de que forma se relaciona também com a diáspora, em particular com a comunidade residente em Portugal.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202025/Cabo%20Verde%202.JPG" alt="Multimédia0" width="500" height="301" /></p>
<p>Esta terça-feira, 6 de maio, a programação foi apresentada no Centro Cultural de Cabo Verde, em Lisboa, perante representantes da Embaixada, artistas e comunidade cabo-verdiana. O diretor do evento e vereador do Município, Carlos Carmo, anunciou as iniciativas previstas.</p>
<p><em><strong>&#8220;Estamos muito satisfeitos por termos Cabo Verde como o ‘País Convidado’ para a edição de 2025 do Festival MED. Cabo Verde apresenta no MED a sua diversidade musical, cultural e gastronómica, através de vários eventos ao longo dos dias do festival. Esta iniciativa permite criar uma programação ainda mais diversificada e global, trazendo a Loulé a excelência e riqueza da cultura deste país”</strong></em>, explicou este responsável.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202025/Cabo%20Verde%204.JPG" alt="Multimédia1" width="500" height="308" /></p>
<p>É no “Pátio”, a instalar no Claustro do Convento Espírito Santo, no coração de Loulé, no final de junho, que irão confluir todas as manifestações artísticas. Este espaço será o epicentro de uma experiência imersiva, que transportará os visitantes até à essência de Cabo Verde, celebrando a cultura, as tradições, a vitalidade contemporânea do Arquipélago, as suas vivências quotidianas e a própria paisagem. Esta área integrará arte, som, movimento, gastronomia e a participação direta da comunidade, criando assim uma narrativa sensorial junto dos visitantes.</p>
<p>A tecelagem, a panaria, a olaria e a cestaria serão trabalhadas “ao vivo e a cores”, enriquecendo esta experiência artesanal e fortalecendo o vínculo com os saberes ancestrais das ilhas.</p>
<p>No campo da gastronomia, vai ser possível saborear comida e bebida típica de Cabo Verde, criando uma ligação direta entre tradição, arte e experiência gustativa. Está prevista a elaboração, por parte da comunidade cabo-verdiana residente no Algarve, de uma cachupa comunitária.</p>
<p>Por outro lado, estará garantida a presença de músicos ao vivo a tocar batuque e/ou cavaquinho, transportando a energia vibrante e a riqueza melódica de Cabo Verde para o coração do Pátio.</p>
<p>De referir que 2025 marca o 50º aniversário da independência de Cabo Verde (5 de julho de 1975), constituindo este mais um motivo para celebrar a cultura e a história deste país. O Festival MED tem a chancela desta efeméride.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span class="underline">MÚSICA</span></strong></p>
<p>As sonoridades quentes do Arquipélago vão estar presentes em Loulé, através de artistas que ultrapassaram há largos anos as fronteiras de Cabo Verde, mas também da nova vaga de músicos.</p>
<p>Já no próximo sábado, 10 de maio, pelas 21h00, <strong>Carmen Souza</strong> vai subir ao palco do Cineteatro Louletano para um concerto durante a sessão de apresentação final do 21º Festival MED. Cantora luso-caboverdiana, batizada pela imprensa internacional como a “Ella Fitzgerald de Cabo Verde” ou a “nova Cesária Évora”, combina uma virtuosa técnica vocal jazzística com uma série de influências lusófonas, que vão do fado ao samba, da morna à bossa nova, incluindo baladas agridoces ou o ‘blues cabo-verdiano’. É hoje uma personalidade forte da <em>world music</em> e uma das cantoras de jazz de mais sucesso. “Port Inglês”, lançado em 2024, está nomeado para os <em>German Record Critics Awards</em>, na categoria de <em>Best World Music Album</em>.</p>
<p>Na noite de 25 de junho, no Palco Castelo, cabe a <strong>Ceuzany</strong> fazer o concerto inaugural do evento, ainda antes do festival abrir oficialmente as portas. Nascida no Senegal, filha de pais cabo-verdianos, com dois anos de idade foi viver para o Mindelo. Foi vocalista do Cordas do Sol, grupo que deixou em 2013, ao iniciar a carreira a solo. O sucesso fez-lhe merecer inúmeras nomeações nos <em>Cabo Verde Music Awards</em> e vencer os prémios de melhor música tradicional e melhor intérprete feminino, em 2017.</p>
<p>Os <strong>Ferro Gaita</strong> regressam este ano ao MED, para uma atuação no dia 26 de junho. Embaixadores do funaná, são uma das maiores instituições musicais de Cabo Verde. Trazem a sua terra na alma e o ritmo no coração e, uma vez mais, levam à Zona Histórica de Loulé toda a festividade e riqueza musical de África.</p>
<p>Para o dia 27 de junho, a proposta é <strong>Cesária Évora Orquestra</strong>, o projeto que celebra e mantém viva a obra da lendária “Diva dos Pés Descalços”. Reúne talentosos músicos e intérpretes que levam a palco o repertório que marcou a carreira de Cesária Évora, trazendo a sua música a novos públicos e reforçando o seu legado cultural.</p>
<p>Já no dia 28, num concerto especial, o músico <strong>Dino D´Santiago</strong> junta-se aos icónicos <strong>Os Tubarões</strong>, sem a menor sombra de dúvida, um dos maiores emblemas musicais de Cabo Verde e um dos grupos mais representativos da música deste país no período de transição rumo à independência e democracia. Autênticas lendas espalharam por uma, hoje muito celebrada, discografia algumas das mais importantes peças do cancioneiro de um país que continua a inspirar o mundo, com as suas mornas, coladeiras e funaná. Dino, filho do concelho de Loulé, dispensa apresentações pelo que é hoje não só em termos musicais, mas também como ativista pelas causas sociais, estando envolvido em vários projetos ligados à equidade e igualdade social.</p>
<p>Para o “Open Day”, 29, está marcado um concerto de <strong>homenagem à cantora cabo-verdiana Sara Tavares</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202025/Cabo%20Verde%203.jpg" alt="Multimédia2" width="455" height="229" /></p>
<p><strong><span class="underline">CINEMA</span></strong></p>
<p>O Cinema MED irá incorporar três películas com ligação a este país. O destaque vai para <strong>“Sodade”</strong>, realizado pela cabo-verdiana Sarah Grace, apresentado no dia 22 de junho, dias antes da abertura oficial do MED’25, pelas 18h00, no Solar da Música Nova. O filme, distinguido internacionalmente, explora temas profundos como amor, traição e ódio, através da história de personagens que vivem os desafios e dilemas da diáspora. Filmado nas belas e impactantes paisagens vulcânicas da Ilha do Fogo, “Sodade” destaca-se pela sua cinematografia impressionante e por captar a essência da cultura e do espírito cabo-verdianos. É o primeiro filme cabo-verdiano a ser distribuído comercialmente em salas de cinema em Portugal e noutros territórios internacionais.</p>
<p>Lançado em 2022, pela realizadora Ana Sofia Fonseca, <strong>“Cesária Évora”</strong> é o documentário íntimo sobre a vida e carreira da voz maior de Cabo Verde, com imagens inéditas. Uma obra que já tem aura de culto. Pode ser visto no espaço Cinema MED, na noite de 26 de junho.</p>
<p>Completa o cartaz do Cinema MED’25, novamente com curadoria de Rui Tendinha, mais um documentário, <strong>“Kmêdeus”</strong> (“Come Deus”), de Nuno Boaventura Miranda. Retrata a intrigante história de um excêntrico sem-teto da Ilha de São Vicente, conhecido por muitos como louco e por outros como um grande artista. Vai ser exibido no dia 27 de junho. Também nesta noite serão lançadas as primeiras imagens de “Terra Longe”, documentário de Bernardo Lopes sobre o músico do Mindelo Jon Luz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span class="underline">ARTE</span></strong></p>
<p>Nas artes plásticas, vai estar patente ao público nos dias do Festival a <strong>Exposição “Cartografias Transatlânticas”</strong>, dos artistas Fidel Évora, Jacira da Conceição, Amadeu Carvalho e Carlos Noronha Feio.</p>
<p>“Cartografias Transatlânticas” reúne, na Galeria do Espírito Santo, em Loulé, quatro artistas cuja ligação a Cabo Verde é simultaneamente íntima e deslocada. Vivem fora do Arquipélago, mas com ele constroem um diálogo contínuo — silencioso por vezes, mas sempre presente. As suas obras não procuram representar o território, mas cartografar os seus vestígios, reverberações e reencontros através da imagem, do som, do corpo e da matéria.</p>
<p>Cada gesto artístico traça uma linha atlântica de retorno e reimaginação. Um mapa emocional e político desenhado a partir de margens móveis, onde a pertença é feita de fragmentos, escutas e sobrevivências. Nesta exposição, o “fora” não é ausência, mas extensão — um espaço onde se continuam a construir sentidos de origem, de comunidade e de futuro.</p>
<p><strong>Fidel Évora</strong> propõe, com a série “Fake Self-Portraits”, um jogo entre identidade e ficção, presença e construção. Os rostos que nos interpelam não procuram definir o eu, mas questionar os mecanismos pelos quais ele se torna visível. A sua prática afirma a multiplicidade como condição natural de quem habita o entre-lugar — onde a origem é memória, mas também escolha.</p>
<p><strong>Jacira da Conceição</strong> invoca, através de cerâmica, ferro, tecido e vídeo, a força da linhagem feminina africana. As suas peças — como Oráculo dos Búzios, Aruanda e Abraço II — fazem do espaço expositivo um território ritual. A matéria é memória que resiste ao esquecimento, gesto que atravessa o tempo. A ancestralidade é aqui força viva, atual, em contínua transmutação.</p>
<p><strong>Amadeu Carvalho</strong> apresenta “50 Faces Incógnitas – Retratos de Ausência”, uma série de retratos sem nome que assinalam os cinquenta anos da independência de Cabo Verde. Criados com pigmentos do vulcão do Fogo, os rostos habitam a fronteira entre a presença e o desaparecimento. É no anonimato que se inscreve a potência de uma história plural, feita de silêncios, de ausências, de vidas por contar.</p>
<p><strong>Carlos Noronha Feio</strong> encerra este percurso com uma instalação sonora e visual onde Cabo Verde e o Atlântico se escutam mutuamente. “Uma construção é feita de mais do que memórias dos antepassados&#8230;” propõe uma experiência imersiva através do som e da imagem. O mar, os ecos, os ruídos tornam-se matéria de escuta sensível — entre ilhas, viagens e regressos imaginados.</p>
<p>“Cartografias Transatlânticas” revela como o arquipélago se prolonga para além das suas fronteiras físicas, expandindo-se nas vozes e práticas daqueles que, de fora, continuam a habitá-lo afetivamente. Estes artistas desenham mapas alternativos, onde o território é vivido como pulsação, linguagem e gesto — numa geografia em que a distância não diminui a pertença, mas a amplia.</p>
<p>Pode ser visitado de 20 de junho a 19 de julho. A curadoria é de Ricardo Barbosa Vicente (assessor técnico e cultural na Embaixada de Cabo Verde em Portugal) e João Serrão (diretor e programador das Galerias de Arte Municipais da Câmara de Loulé).</p>
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<p><strong><span class="underline">LITERATURA</span></strong></p>
<p>Os escritores cabo-verdianos <strong>José Luiz Tavares</strong> e <strong>Dina Salústio</strong> são os convidados desta valência e irão apresentar uma conferência sobre a literatura do país. Esta iniciativa acontece na Casa da Cultura de Loulé – Edifício Atlético, no dia 21 de junho, a partir das 17h30, no âmbito do programa que antecede os dias do Festival.</p>
<p>José Luiz Tavares nasceu a 10 de junho de 1967, no Tarrafal, Ilha de Santiago. Estudou literatura e filosofia. Tem colaboração em jornais e revistas de Cabo Verde, Portugal e Brasil.</p>
<p>De entre os vários prémios que recebeu destaca-se recebeu o Prémio Mário António de Poesia 2004, atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian à melhor obra de autor africano de língua portuguesa e de Timor-Leste publicada no triénio 2001-2003, com o seu primeiro livro publicado, “Paraíso Apagado por um Trovão”.</p>
<p class="mb-0">A poetisa e escritora Dina Salústio é natural da Ilha de Santo Antão (1941). Sócia-fundadora da Associação dos Escritores Cabo-verdianos, da Sociedade Cabo-verdiana de Autores, membro-fundador da Academia Cabo-verdiana de Letras e do PEN Clube de Cabo Verde, é ainda membro da Academia Sergipana de Letras (Brasil) e Vice-Presidente da Sociedade Brasileira da Cultura Latina para Cabo Verde.Foi galardoada, entre outros, com o 1º Prémio de literatura infanto-juvenil de Cabo Verde (1994), o Prémio em literatura infanto-juvenil dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (2000), Prémio Rosalia de Castro para a Literatura em Língua Portuguesa &#8211; PEN Galiza, Espanha (2016), Prémio RDP África Literatura para a Lusofonia (2021). Ao projeto de tradução de seu romance &#8220;A Louca de Serrano&#8221; foi concedido o PEN Award England (2018).</p>
<p>No âmbito de “Falas Afrikanas”, projeto editorial de obras e autores/as africanos/as, será apresentado um catálogo sobre a produção literária do país.</p>
<p>A iniciativa “Poesias do Mundo”, coordenada por João Pedro Caliço “Tapé” está de regresso e desta vez o foco será Cabo Verde. No espaço Cinema MED serão declamados pomas e prosas de autores cabo-verdianos, quer em Português, quer em Crioulo, bem como de outras nacionalidades.</p>
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<p><strong><span class="underline">ARTES DE RUA, ARTESANATO, GASTRONOMIA</span></strong></p>
<p>Pelas ruas e ruelas da Zona Histórica de Loulé irão desfilar grupos de animação que trazem algumas das manifestações artísticas e ritmos tradicionais como a tabanca, o são djon, o batuque e a txabeta, misturando danças e tambores. Os performers irão interagir com o público, convidando-o a fazer parte das próprias coreografias.</p>
<p>No MED Kids, espaço junto ao Largo da Matriz dedicado aos mais novos, o contador de histórias Adriano Reis traz a iniciativa “Stera – Na Boka Noti”, em que irá partilhar com o público júnior contos e jogos infantis cabo-verdianos.</p>
<p>As oleiras Isabel Sanches e Edna Sanches Cabral vão estar diariamente no “Pátio” de Cabo Verde para dar vida a peças únicas e mostrar um pouco desta arte ancestral. As peças serão também criadas durante workshops de olaria infantil, permitindo a conexão com tradições e novas plateias.</p>
<p>No que toca à gastronomia, no “Open Day” (dia aberto, com entrada livre), 29 de junho, domingo, a Alcaidaria do Castelo recebe um <em>show-cooking</em>, com <strong>chefes cabo-verdianos Milocas e Fátima Moreno</strong> que irão mostrar como se confecionam alguns pratos típicos.</p>
<p>Alguns restaurantes da cidade, entre eles o histórico Café Calcinha, irão integrar nas suas ementas pratos onde os sabores cabo-verdianos estarão presentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante esta apresentação, o presidente da Autarquia, Vítor Aleixo, relevou o envolvimento da comunidade cabo-verdiana radicada no concelho há cerca de 50 anos. <strong><em>“Temos a felicidade de ter em Loulé uma comunidade que para aqui veio, que lutou, ajudou à prosperidade do concelho de Loulé, que se integrou maravilhosamente. O facto de dedicarmos esta edição do MED à cultura de Cabo Verde, em que os cidadãos de Cabo Verde são também eles honrados, é algo muito bonito”</em></strong>, considerou.</p>
<p>Já Ana Pires, Encarregada de Negócios da Embaixada, falou da importância desta iniciativa, acolhida desde a primeira hora pelo ex-Embaixador, agora ministro, Eurico Monteiro: <strong><em>“O MED é um festival sem fronteiras e Cabo Verde não podia ficar de fora. Na Embaixada constituiu-se uma equipa, composta por Ricardo Barbosa e Zaida Sanches, que acreditaram neste projeto. Encontramos neste evento um “palco” para podermos promover Cabo Verde nas diferentes valências culturais, pois não temos só cantores conhecidos como a Cesária Évora, mas também outros artistas de outras áreas que devem ser conhecidos pela prática que desempenham e pelo papel que têm na nossa sociedade”</em></strong>.</p>
<p>Também a cantora Carmen Souza marcou presença neste momento. A cabo-verdiana vai estar já no próximo sábado no Cineteatro Louletano, para um concerto integrado na apresentação final da programação do MED. <strong><em>“Como artista cabo-verdiana e como mulher que carrega na voz e no corpo uma herança mestiça e global, sinto-me profundamente honrada por participar deste momento. Ver Cabo Verde como país convidado num festival como o MED – que valoriza a diversidade, a autenticidade e o encontro entre mundos – é um reconhecimento bonito da riqueza cultural das nossas ilhas”</em></strong>, declarou.</p>

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		<title>MED PREMIADO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 15:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Pavilhão Multiusos 25 de Abril, em Almancil, recebeu este sábado, 15 de março, a gala da 9ª edição</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid qodef-section qodef-content-aligment-left" style=""><div class="clearfix qodef-full-section-inner"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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			</p>

	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		17 de março de 2025	</h5>

	</div>

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	<p class="qodef-section-before-text" >
			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		MED E SOM RISCADO PREMIADOS NOS 9ºs IBERIAN FESTIVAL AWARDS	</h2>

	</div>
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			<p>O Pavilhão Multiusos 25 de Abril, em Almancil, recebeu este sábado, 15 de março, a gala da 9ª edição dos Iberian Festival Awards. Uma vez mais, Loulé foi laureado no evento, este ano com dois galardões, um para o Festival MED e outro para o Som Riscado – Festival de Música e Imagem de Loulé.</p>
<p>O MED voltou a destacar-se pelo “Contributo para a Sustentabilidade”, sendo o melhor festival nesta categoria, não só a nível nacional, como no contexto ibérico, superando nomes de peso como o Rock in Rio ou o Meo Kalorama, e o vencedor de Espanha, o Mallorca Live Festival.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202025/Iberian3.jpg" alt="Multimédia0" width="300" height="400" /></p>
<p>Recorde-se que, já em 2019, o MED tinha sido o festival da Península Ibérica que mais contribui para as questões da sustentabilidade, nomeadamente por incluir iniciativas como o Copo Ecológico, energias renováveis através de células fotovoltaicas nos espaços de restauração do recinto, a disponibilização de pontos de água gratuitos e eficientes, a colocação de diversos dispensadores para beatas de cigarro, pastilhas elásticas e papeleiras inteligentes, a reutilização e reciclagem de materiais para a decoração de espaços ou a associação ao projeto Reefood, que apela a um consumo sustentável.</p>
<p>“A sustentabilidade é, há muitos anos, uma linha de rumo do Município de Loulé. Procuramos ser sustentáveis em todas as atividades que realizamos. No futuro, vamos fazer por merecer ainda mais este prémio”, disse Vítor Aleixo, presidente da Autarquia de Loulé.</p>
<p>Por seu turno, o Som Riscado – Festival de Música e Imagem de Loulé recebeu pela primeira vez um galardão nos Iberian. A atuação do DJ Branko na última edição (o concerto aconteceu a 22 de novembro) valeu o prémio de Melhor Atuação Eletrónica a João Barbosa, o músico, DJ e produtor conhecido no meio artístico como Branko. O espetáculo teve lugar num Cineteatro esgotado, com um público entusiasta para assistir a um momento em que o artista arriscou, não só na mistura das sonoridades, mas também no impacto visual e numa forte componente multimédia.</p>
<p>“Este é um festival que surpreende por ser pouco convencional, que tem uma tónica muito presente que é a criatividade”, notou o autarca louletano, Vítor Aleixo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202025/Iberian4.jpg" alt="Multimédia1" width="300" height="200" /></p>
<p>De referir que também o Carnaval de Loulé era finalista na categoria de “Melhor Festividade”, mas foi destronado pelo homólogo de Torres Vedras.</p>
<p>A gala dos Iberian Festival Awards reuniu centenas de agentes ligados ao mundo dos espetáculos de Portugal e Espanha e distinguiu vários festivais, promotores, artistas, marcas e serviços ligados a esta indústria. O Rock in Rio e a Last Tour, entidade que está por detrás de eventos como o MEO Kalorama, foram os grandes vencedores da noite. A personalidade distinguida foi Terry Costa.</p>
<p>Carlos Carmo, vereador dos Eventos, sublinhou a importância para o concelho de Loulé de ter acolhido esta gala organizada pela APORFEST. “Para o Município de Loulé foi um orgulho associarmo-nos a este evento. Hoje pudemos testar a capacidade que o Pavilhão Multiusos 25 de Abril para os grandes eventos, sejam eles de carácter desportivo ou cultural. Almancil e o concelho de Loulé passam agora a fazer parte da rota dos eventos, pois têm todas as condições, não só pelo espaço em si mas também pela oferta hoteleira e ao nível da restauração na sua envolvente”, considerou.</p>

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		<item>
		<title>ANUNCIADOS 25 NOMES E PAÍS CONVIDADO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 15:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival MED está de regresso à Zona Histórica de Loulé, de 26 a 29 de junho, com muita e boa música</p>
<p>The post <a href="https://festivalmed.cm-loule.pt/med-anuncia-primeiros-nomes/">ANUNCIADOS 25 NOMES E PAÍS CONVIDADO</a> first appeared on <a href="https://festivalmed.cm-loule.pt">Festival MED 26</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid qodef-section qodef-content-aligment-left" style=""><div class="clearfix qodef-full-section-inner"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
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	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		15 de março de 2025	</h5>

	</div>

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	<p class="qodef-section-before-text" >
			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		MED ANUNCIA PRIMEIROS NOMES	</h2>

	</div>
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			<p><strong><em data-sider-select-id="200c5ffe-97d6-4342-b068-9bcee0bb7982">MED anuncia primeiros nomes, numa edição que vai ter Cabo Verde como país convidado</em></strong></p>
<p>O Festival MED está de regresso à Zona Histórica de Loulé, de 26 a 29 de junho, com muita e boa música, um programa multidisciplinar e multicultural e um ambiente onde se respiram as diversas vivências do mundo.</p>
<p>O evento voltou a marcar presença na BTL &#8211; <em>Better Tourism Lisbon Travel Market</em> para uma apresentação ao público, parceiros e potenciais mercados turísticos. Os primeiros nomes que vão fazer parte do cartaz foram anunciados neste momento, bem como o país que vai estar em foco este ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202025/BTL%202025%20-%202-106.jpg" alt="Multimédia0" width="300" height="200" /></p>
<p>Depois de, em 2024, Marrocos ter iniciado um novo capítulo do festival &#8211; o “País Convidado” –, será Cabo Verde a estar em destaque nesta 21ª edição do MED.</p>
<p>Como tal, para trazer o que de mais genuíno este país tem para oferecer, vai ser recriado um Pátio, símbolo da cultura cabo-verdiana e que faz parte da arquitetura tradicional das ilhas. Local de encontro para a família e vizinhos, aqui realizam-se festas, reuniões e atividades do dia a dia, sendo uma das áreas de destaque a cozinha ao ar livre. É este espírito comunitário que o MED pretende trazer ao Claustro do Convento Espírito Santo, onde gastronomia e artesanato se vão misturar com as sonoridades quentes de Cabo Verde.</p>
<p>A música deste país vai, por isso, estar em foco no cartaz do MED, desde logo através da presença de <strong><em><span class="underline">Carmen Souza</span></em></strong>, que vai fazer um show-case no Cineteatro Louletano, a 10 de maio, durante a apresentação final do Festival MED. Cantora luso-caboverdiana, batizada pela imprensa internacional como a “Ella Fitzgerald de Cabo Verde” ou a “nova Cesária Évora”, combina uma virtuosa técnica vocal jazzística com uma série de influências lusófonas, que vão do fado ao samba, da morna à bossa nova, incluindo baladas agridoces ou o ‘blues cabo-verdiano’. É hoje uma personalidade forte da world music e uma das cantoras de jazz de mais sucesso.</p>
<p><strong><em><span class="underline">Ceuzany</span></em></strong> é a artista que fará o concerto inaugural, ainda antes do festival abrir oficialmente as portas, na noite de 25 de junho, no Palco Castelo. Nascida no Senegal, filha de pais cabo-verdianos, com dois anos de idade foi viver para o Mindelo. Foi vocalista do Cordas do Sol, grupo que deixou em 2013, ao iniciar a carreira a solo. O sucesso fez-lhe merecer inúmeras nomeações nos Cabo Verde Music Awards e vencer os prémios de melhor música tradicional e melhor intérprete feminino, em 2017.</p>
<p>Os <strong><em><span class="underline">Ferro Gaita</span></em></strong> regressam ao MED. Embaixadores do funaná, são uma das maiores instituições musicais de Cabo Verde. Trazem a sua terra na alma e o ritmo no coração e, uma vez mais, levam à Zona Histórica de Loulé toda a festividade e riqueza musical de África.</p>
<p>Num concerto especial, o músico <strong><em><span class="underline">Dino D´Santiago</span></em></strong> junta-se aos icónicos <strong><em><span class="underline">Os Tubarões</span></em></strong>, sem a menor sombra de dúvida, um dos maiores emblemas musicais de Cabo Verde e um dos grupos mais representativos da música deste país no período de transição rumo à independência e democracia. Autênticas lendas espalharam por uma, hoje muito celebrada, discografia algumas das mais importantes peças do cancioneiro de um país que continua a inspirar o mundo, com as suas mornas, coladeiras e funaná. Dino, filho do concelho de Loulé dispensa apresentações pelo que é hoje não só em termos musicais, mas também como ativista pelas causas sociais, estando envolvido em vários projetos ligados à equidade e igualdade social. Este desafio lançado pela organização do MED ao músico quarteirense está já a suscitar interesse para a realização de novos concertos.</p>
<p>Mas haverá também a apresentação de um livro, uma conferência e duas exposições de arte com artistas cabo-verdianos. Em abril, o MED vai estar no Centro Cultural de Cabo Verde, em Lisboa, para apresentar todo este programa.</p>
<p>O presidente da Câmara de Loulé destacou a presença deste país com quem Loulé mantém uma relação muito estreita, fruto da geminação com o município da Boavista celebrada em 2000, e da forte comunidade residente no concelho. “Cabo Verde habituou-nos a mostrar ao mundo a sua cultura vigorosa, a sua criatividade musical, e tenho a certeza que esta edição vai correr muito bem! Quero arriscar dizer que vai ser a edição com mais afluência e interesse de sempre”, afirmou Vítor Aleixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Primeiros 25 nomes conhecidos</em></strong></p>
<p>Em 2025, o MED conta com 90 horas de música, 54 concertos, 338 músicos, 27 nacionalidades, 2 delas novas (Porto Rico e País de Gales), 12 palcos, 100 expositores de artesanato, 2 exposições de arte, 12 grupos de artistas de rua e 1 país convidado, Cabo Verde.</p>
<p>Além dos artistas de Cabo Verde, destacam-se outros espetáculos que se prevê venham a gerar grande interesse da parte do público. Em mais um concerto especial, Espanha e Portugal juntam-se em palco pelas vozes de <strong><em><span class="underline">Sílvia Pérez Cruz e Salvador Sobral</span></em></strong>. Este será um momento imperdível, com uma das melhores cantoras que <em>nuestros hermanos</em> nos ofereceram nas últimas décadas, espírito inquieto, curioso, hiperativo; Silvia vai estar em Loulé pela terceira vez para partilhar o palco com Sobral, o primeiro vencedor português da Eurovisão, em 2017, com “Amar pelos Dois”, cantor e compositor que, com um estilo muito próprio, tem já uma carreira recheada de prémios.</p>
<p>O fado não podia faltar no alinhamento musical do MED e este ano terá um “peso pesado”: <strong><em><span class="underline">Carminho</span></em></strong>! Artista incomparável, conhecida pela sua voz marcante, talento, composição e dedicação artística inabalável, tem levado o fado aos quatro cantos do mundo e um dos exemplos disso mesmo foi a participação no filme “Pobres Criaturas”, com a música “O Quarto”, película vencedora do Óscar de Melhor Banda Sonora Original em 2024.</p>
<p>Esta edição conta ainda com duas encomendas com artistas nacionais: <strong><em><span class="underline">O Gajo &amp; As Sanfonas da Ponte Velha</span></em></strong>, que junta o português João Morais, músico que deu uma nova roupagem à viola campaniça, e um grupo de sanfonas de Santo Tirso que nos traz <em>música tradicional de Portugal e da Galiza; e</em> <strong><em><span class="underline">Stereossauro convida Ana Lua Caiano e Pedro Jóia</span></em></strong>, encontro entre o DJ português, a doçura de uma das vozes femininas da nova geração da música portuguesa e o virtuoso guitarrista.</p>
<p>Filho do mítico Ali Farka Touré, <strong><em><span class="underline">Vieux Farka Touré</span></em></strong> conquistou rapidamente o seu lugar no mundo artístico e é hoje considerado pela crítica como uma das grandes figuras da música do Mali. Vieux Farka Touré, virtuoso guitarrista, compositor e letrista, conhecido como o “Hendrix do Sahara” sobe ao palco do MED nesta 21ª edição.</p>
<p>De Trindade e Tobago vem uma das vozes femininas deste festival. Jeneile Osborne, mais conhecida como <strong><em><span class="underline">Queen Omega</span></em></strong>, iniciou a carreira musical a cantar em bandas de calipso e soca, mas foi no universo reggae que se afirmou. Ganhou popularidade, em 2023, depois da sua música &#8220;No Love Dubplate&#8221; com o DJ/produtor musical suíço Little Lion Sound a ter mais de 38 milhões de visualizações no Youtube.</p>
<p>De referir que em 2025 serão dois países que terão, pela primeira vez, um representante no Festival MED: Porto Rico, com a cantora e compositora iLe, e País de Gales, com Cerys Hafana, harpista que transforma música tradicional do país em algo inovador.</p>
<p>Durante a apresentação na BTL, esteve um dos nomes confirmados nesta edição, a cantora e compositora portuguesa <strong><em><span class="underline">Milhanas</span></em></strong>. “Andava a chatear a minha agência para participar neste festival há já muito tempo. É um festival mesmo especial, que aposta na diversidade e, por isso, vou levar-vos um concerto o mais especial possível. Estou muito grata e honrada por fazer parte do cartaz deste ano”, disse a artista que manifesta “muito amor pela portugalidade, sem negar as influências anglo-saxónicas”.</p>
<p>Os primeiros nomes já confirmados no Festival MED’25 são: <strong>Ferro Gaita</strong>, <strong>Dino D´Santiago &amp; Os Tubarões</strong> (Cabo Verde), <strong>Ceuzany</strong> (Cabo Verde/Senegal), <strong>Carminho</strong>, <strong>a garota não</strong>, <strong>Valter Lobo</strong>, <strong>Stereossauro convida Ana Lua Caiano e Pedro Jóia</strong>, <strong>O Gajo &amp; As Sanfonas da Ponte Velha</strong> e <strong>Milhanas</strong> (Portugal), <strong>Sílvia Pérez Cruz e Salvador Sobral</strong> (Espanha/Portugal), <strong>Systema Solar</strong> (Colômbia), <strong>Vieux Farka Touré</strong> (Mali), <strong>Barrut</strong> (França), <strong>Balqeis</strong> (Egipto), <strong>Fulu Miziki</strong> (República Democrática do Congo), <strong>Ile</strong> (Porto Rico), <strong>Sofiane Saidi</strong> (Argélia), <strong>Justin Adams &amp; Mauro Durante</strong> (Reino Unido/Itália), <strong>Cerys Hafana</strong> (Pais de Gales), <strong>Shkoon</strong> (Síria /Alemanha), <strong>Alain Pérez y la Orquesta</strong> (Cuba), <strong>Paulo Flores</strong> (Angola), <strong>Tarwa-N-Tiniri</strong> (Marrocos) e <strong>Queen Omega</strong> (Trindade e Tobago).</p>
<p><strong>NAS 20 EDIÇÕES JÁ PASSARAM PELO MED MAIS 380 MIL VISITANTES E 710 BANDAS, EM REPRESENTAÇÃO DE 77 PAÍSES.</strong></p>
<p>O MED continua a contar com o apoio da RTP, através da televisão e da rádio pública. Presentes nesta apresentação, os diretores, Gonçalo Madaíl e Nuno Galopim, reafirmaram esta parceria e sublinharam que, em 2025, as duas equipas estarão em Loulé com mais meios e novas tecnologias, para levar o MED a todas as partes do mundo. O envolvimento da RTP África e RDP África está também assegurado.</p>
<p>Os bilhetes já estão em pré-venda, até ao dia 22 de junho, com preços reduzidos: Bilhete Diário 10 euros, Bilhete Festival 30 euros e Bilhete Família Diário 35 euros.</p>
<p>O vereador dos Eventos, Carlos Carmo, referiu ainda alguns dados sobre um estudo realizado pela Universidade do Algarve sobre o impacto socioeconómico do Festival MED. “O impacto do MED na nossa comunidade multiplica-se por 3,5 vezes aquilo que é o investimento. São 4,5 milhões de euros de retorno para a nossa economia, que nos dá a certeza que estamos no caminho certo!”, adiantou.</p>

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		<title>ANUNCIADA PROGRAMAÇÃO COMPLETA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 11:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival MED apresentou este sábado, no icónico Café Calcinha, a programação completa das diversas</p>
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	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		10 de junho de 2024	</h5>

	</div>

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	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		ANUNCIADA PROGRAMAÇÃO COMPLETA	</h2>

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			<p><strong><em data-sider-select-id="200c5ffe-97d6-4342-b068-9bcee0bb7982">20º Festival MED: Anunciada mais música e programa de outras valências culturais</em></strong></p>
<p>O Festival MED apresentou este sábado, no icónico Café Calcinha, a programação completa das diversas valências culturais para além da Música &#8211; do Cinema à Poesia, das Artes de Rua às Artes Plásticas, passando pela Conferência ou pelo Folclore e Gastronomia.</p>
<p>Neste momento, a organização anunciou também o que está a preparar para o Open Day, o domingo, 30 de junho, dia aberto com entrada livre, permitindo a todos os visitantes sentirem um pouco do verdadeiro ambiente do MED. Em termos musicais, foi dado a conhecer o que está previsto para três palcos que, apesar de mais pequenos em termos de espaço, proporcionam sempre experiências grandiosas e únicas: Café Calcinha, Palco Mercado e MED Classic.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202024/Med%20Ap%20Calcinha%20(1).JPG" alt="Multimédia0" width="300" height="206" /></p>
<p>Carlos Carmo, vereador do Município de Loulé e diretor do Festival MED, trouxe novas informações sobre um programa assente na “fusão, diversidade e no facto de não ter fronteiras”.</p>
<p>A sétima arte volta a estar em foco e, uma vez mais, Rui Tendinha é o curador do Cinema MED, que alia Cinema e Música, num espaço junto à Casa da Empreita, onde os realizadores também marcarão presença. No primeiro dia do Festival, 27, pelas 19h15, Rita Braga apresenta a cine-performance “Bandas Sonoras”, seguindo-se o documentário “Cara de Espelho”. Às 22h30, há DJ Set com Sónia Balacó. No dia 28, às 19h15, há festa de visionamento de ”As Berlengas”, filme-álbum de Benjamin, por Bruno Ferreira. Depois é apresentada a curta-metragem “Seres Vivos”, de Margarida Fonseca (vencedor dos prémios Sophia Estudante 2024, atribuídos pela Academia Portuguesa de Cinema). Pelas 22h30, Bruno Ferreira e Benjamim apresentam um DJ Set. Já no dia 29, a proposta é “Nunca mais acordar”, por Ernesto Rodrigues e Gonçalo Almeida, uma reinterpretação musical do cinema fantástico de Gonçalo Almeida. O Cinema MED encerra, pelas 22h30, com o DJ Pedro Ramos.</p>
<p>João Pedro Caliço &#8220;Tápê&#8221; traz-nos de novo um programa de Poesias do Mundo, no mesmo espaço do Cinema MED, diariamente, às 20h30. No ano em que o Festival MED celebra o seu 20º aniversário, e Portugal assinala 50 anos da “Revolução dos Cravos”, não poderia haver tema mais apropriado do que a Liberdade. Todos os participantes, de diversas nacionalidades, irão declamar poesias alusivas a essa temática, enriquecendo ainda mais a experiência cultural do MED.</p>
<p>A Literatura estará representada também na Conferência MED, no espaço da Casa do Meio Dia. No dia 28, às 18h30, o autor marroquino Mahi Binebine apresenta o livro “O Sono da Escrava”. Segue-se uma conferência subordinada ao tema “Materializar as palavras – Da escrita à ação cívica” onde, para além deste escritor, participa também a autora louletana Lídia Jorge.</p>
<p>Sustentabilidade e criatividades juntam-se nas peças criadas no âmbito do projeto “Infinity” do Loulé Design Lab, que irão decorar vários espaços do recinto. Através da reutilização de resíduos foi construído mobiliário, como mesas ou bancos, e elementos decorativos, que poderão ser apreciados pelo público. Este ano, os designers foram desafiados a apresentar uma peça comemorativa dos 20 anos de MED, juntando as técnicas ancestrais dos artesãos à sua visão mais contemporânea.</p>
<p>O Calcinha, um “Café com História”, espaço identitário indissociável da figura do poeta António Aleixo, recebe um concerto diário duplo, às 20h00 e às 22h00, com Eduardo Ramos (dia 27), Amar Guitarra (dia 28) e Nanook o Vagabundo (dia 29).</p>
<p>Outro edifício que faz parte do património de Loulé é o Mercado Municipal, mais um dos palcos musicais do Festival. “Discossauro” é o projeto “vinílio” de Miguel Neto que, nos 20 anos do MED, propõe 3 sets, percorrendo as sonoridades de diferentes partes do Planeta: “A Volta à América do Sul em 60 discos”, “A Volta à África em 60 discos” e “A Volta aos PALOPS em 60 discos”. A festa da música faz-se no Mercado, das 19h00 às 22h00.</p>
<p>Ano após ano, o MED Classic atrai um público fiel, sobretudo estrangeiros, à Igreja Matriz de Loulé, o palco ideal para receber sonoridades mais eruditas. Nesta edição fazem parte do programa Cklavi Trio (27 de junho), o pianista russo Rem Urasin (28 de junho) e o Quarteto de Cordas de Matosinhos (29 de junho). Os concertos acontecem às 19h45. No Open Day, 30 de junho, pelas 19h00, a Orquestra Sinfónica e Coro do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado junta-se a este MED Classic. A curadoria está a cargo do diretor do Conservatório, Sérgio Leite.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cms.cm-loule.pt/upload_files/client_id_1/website_id_1/images/FOTOS%202024/Med%20Ap%20Calcinha%20(3).JPG" alt="Multimédia1" width="300" height="202" /></p>
<p>Neste domingo de Open Day, em que a organização abre as portas (entrada livre) a todos os que queiram vivenciar um pouco do espírito do MED, serão apresentados três concertos especiais e únicos. Às 20h15, no Palco Hammam, o Ensemble EmCadeamentos Musicais traz um concerto de músicas de influências mediterrânicas na época medieval. No Palco Cerca, às 21h15, “MED 20 anos” é a proposta da Grafonola Voadora &amp; Napoleão Mira. É também na Cerca que, às 22h30, os Marenostrum irão celebrar os 30 anos de carreira, num concerto comemorativo que terá como convidado especial a Orquestra Filarmónica Artistas de Minerva.</p>
<p>A gastronomia também vai estar em foco neste dia aberto, com dois <em>showcookings</em> que decorrem na Alcaidaria do Castelo, dedicados à Dieta Mediterrânica, um pela Associação <em>In Loco</em> (19h30) e outro pela Tertúlia Algarvia (21h30). Também alguns restaurantes aderentes da cidade irão desenvolver menus inspirados na Dieta Mediterrânica, servidos durante os dias do MED.</p>
<p>Ao nível das Artes de Rua, retomam-se algumas “parcerias históricas” como a que a organização mantém com o Município de Almodôvar para trazer grupos de Cante Alentejano, ou a participação dos ranchos folclóricos do concelho. A Associação Satori, os Al-Fanfare ou os Rhakatta<em> irão animar as ruas, enquanto que, ao abrigo da parceria com a Casa da América Latina, um grupo folclórico da Colômbia junta-se a este programa de animação.</em></p>
<p><em>O MED Kids volta a ser o espaço dedicado aos mais novos, com um conjunto de atividades desenvolvidas pela Biblioteca Municipal.</em></p>
<p>Durante esta apresentação, Carlos Carmo, destacou a presença do país convidado, o Reino de Marrocos, com uma programação que passa por duas exposições de arte e uma de fotografia, uma conferência, a apresentação de um filme, um espaço dedicado à cultura do país no Claustro do Convento e ainda uma banda a atuar em cada dia nos palcos principais.</p>
<p>A antecipar a abertura das portas da Zona Histórica, no dia 26 de junho, pelas 18h30, no Auditório do Solar da Música Nova, a participação marroquina apresenta um concerto de abertura, com a Orquestra Andalusí de Tetuan, que tem como convidada a cantora marroquina Lala Tamar, uma “oferta” da Embaixada do Reino de Marrocos em Portugal.</p>
<p>Os 20 anos do MED terão 90 horas de música, 54 concertos, 378 músicos de 31 países diferentes (é a edição com o maior número de nacionalidades), 2 novos países, 12 palcos, mais de 100 expositores de artesanato diversos, 2 exposições de arte em galeria, 12 grupos de artistas de rua e 1 país convidado, o Reino de Marrocos.</p>
<p>O Festival MED conta com a parceria da RTP e da Antena1, Antena2 e Antena3. Gonçalo Madaíl, diretor de Música, Artes de Palco e Imagem da televisão pública, anunciou que, depois do Nos Alive e do Primavera Sound, o Festival MED será o terceiro festival português que irá receber uma transmissão <em>streaming</em> de vários concertos “em bruto”, através da plataforma digital RTP Palco, o que permitirá experienciar o MED em qualquer parte do mundo. Alguns desses conteúdos poderão ser levados também à RTP2. “Ficamos muito contentes por podermos experimentar, à terceira, aqui porque o MED tem uma ‘costela’ pública, tal como nós, e padece dos mesmos desafios”, ressalvou o responsável da RTP.</p>
<p>Até 24 de junho, os bilhetes estão à venda com valores de pré-venda: Bilhete Diário 10 euros, Bilhete Festival 30 euros e Bilhete Família Diário 35 euros.</p>
<p>É possível acompanhar toda a informação sobre o Festival MED no site oficial, redes sociais e na aplicação móvel disponível nos sistemas Android e IOS.</p>
<p>Esta apresentação no Café Calcinha encerrou com um <em>show-case</em> do músico Raia, que irá atuar no dia 29 de junho, no Palco Hammam. Raia é o projeto-síntese do músico alentejano António Bexiga, que percorre as sonoridades da viola campaniça, nas suas fronteiras acústica e elétrica, analógica e digital, tradicional e experimental, ensaiada e instantânea, frequentemente em diálogo com outras formas de arte, visuais ou de performance.</p>
<p>Para o MED, Raia propõe um concerto-viagem com início nas paisagens acústicas do sul e de circum-navegação obrigatória. Um concerto em dois andamentos, que apresenta a viola campaniça de Raia a solo ou em diálogo com o baixo e o contrabaixo do músico e compositor louletano Marco Martins, convidado especial para este espetáculo.</p>
<p>De notar que durante a apresentação marcaram presença no Café Calcinha diversas pessoas em representação de entidades que contribuem para a realização do Festival MED. Além do presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, estiveram também o cônsul de Marrocos no Algarve, José Alegria, o representante da Associação Al-Mouatamid Ibn Abbad, João Guerreiro, o representante da RTA, Duarte Padinha, o delegado regional do IPDJ, Custódio Moreno, os responsáveis do Cinema MED, Rui Tendinha, das Poesias do Mundo, João Pedro Caliço, e do MED Classic, Sérgio Leite, e ainda Fernando Perna, da Universidade do Algarve, entre outros.</p>

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		<title>MARROCOS EM FORÇA NOS 20 ANOS DO MED</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gestor Med]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 14:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Música, gastronomia, arte, artesanato, cinema e literatura são algumas das valências que o Reino de Marrocos</p>
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	<h5 class="qodef-section-title-text" style="color:#df091a">
		13 de maio de 2024	</h5>

	</div>

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			</p>

	<h2 class="qodef-section-title-text" style="color:#123758">
		MARROCOS VAI ESTAR EM FORÇA NOS 20 ANOS DO MED	</h2>

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			<p><strong><em data-sider-select-id="200c5ffe-97d6-4342-b068-9bcee0bb7982">Cartaz musical final foi apresentado este domingo, com o anúncio de mais 18 nomes</em></strong></p>
<p>Música, gastronomia, arte, artesanato, cinema e literatura são algumas das valências que o Reino de Marrocos leva ao Festival MED’24. No ano em que o evento assinala 20 anos, este país magrebino abre um capítulo como o primeiro “País Convidado” do Festival e, de 27 a 30 de junho, terá um palco privilegiado em Loulé para dar a conhecer aos visitantes a sua cultura.</p>
<p>Na apresentação do 20º Festival MED, que decorreu este domingo, no Cineteatro Louletano, o diretor do MED e vereador da Câmara Municipal de Loulé, Carlos Carmo, desvendou alguns detalhes desta participação marroquina no evento de músicas do mundo.</p>
<p>Na véspera das portas se abrirem na Zona Histórica, há um concerto de abertura que acontece pelas 18h30, no Auditório do Solar da Música Nova, com a Orquestra Andalusí de Tetuan, que tem como convidada a cantora marroquina Lala Tamar.</p>
<p>Em cada dia do festival há uma banda marroquina a atuar nos palcos principais: Widad Mjama &amp; Khalil Epi (dia 27, 20h30, Palco Chafariz), Oum (dia 28, 21h15, Palco Cerca) e Samifati <em>present</em> Trasnse Gnawa Express (dia 29, 2h15, Palco Matriz).</p>
<p>A recriação de um <em>souk</em> marroquino, no Claustro do Convento, será também um dos destaques desta presença do “País Convidado”. Aqui o visitante terá a oportunidade de saborear a gastronomia tradicional e adquirir peças de artesanato deste país, além da música e da dança que também terão neste espaço.</p>
<p>A 28 de junho, pelas 18h30, a Casa do Meio Dia acolhe o lançamento do livro “O Sono da Escrava”, de Mahi Binebine. Segue-se a conferência com o autor marroquino, subordinada ao tema “Materializar as palavras / Da escrita à ação cívica”.</p>
<p>Por outro lado, ao nível das artes plásticas, de 1 de junho a 6 de julho, vai estar patente ao público na Galeria de Arte do Convento do Espírito Santo a exposição “Fragmentos da Humanidade”, do artista plástico Moulay Youssef El Kahfai (a inauguração acontece no dia 31 de maio, pelas 18h00).</p>
<p>Nas mesmas datas, vai ser possível visitar, no Palácio Gama Lobo, a exposição “Artes e técnicas decorativas do Reino de Marrocos”.</p>
<p>No que respeita à sétima arte, o cinema de Marrocos vai ser exibido no Auditório do Solar da Música Nova, no dia 27 de junho, pelas 18h30, com a apresentação do filme “Les Chevaux de Dieu”, de Nabil Ayouch (2013).</p>
<p>Este programa conta com o apoio da Embaixada do Reino de Marrocos e da Associação Al-Mouatamid Ibn Abbad, nas pessoas do cônsul de Marrocos no Algarve, José Alegria, e o ex-reitor da UALG, João Guerreiro.</p>
<p>A proximidade geográfica a Marrocos, que é também um país com forte influência mediterrânica, e o rico património histórico da cidade de Loulé, com inúmeros vestígios árabes (como é o caso dos Banhos Islâmicos), são fatores que tornam o aprofundamento desta relação bilateral no Festival MED um enorme desafio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Anunciado cartaz musical final</em></strong></p>
<p>“Esta é a edição com mais nacionalidades de sempre”, sublinhou Carlos Carmo, num ano em que estarão representados 31 países, com as estreias da Estónia e do Chade. 90 horas de música, 54 concertos, 378 músicos e 12 palcos, além de 4 concertos criados para este Festival são alguns dos números que ilustram o que vai ser este MED em termos musicais.</p>
<p>Neste momento, o responsável do Festival anunciou os nomes que se vão juntar aos já confirmados no cartaz dos 20 anos do MED: 47 Soul (Palestina), Acácia Maior (Cabo Verde), Albaluna convidam Ahmed Hamdi Moussa (Portugal/Egito), Al-Qasar (França/Arménia/Turquia/Estados Unidos), Ballaké Sissoko (Mali), Delfina Cheb (Argentina), Eneida Marta &amp; Huca (Guiné-Bissau/Moçambique), Hip Horns Brass Collective (Espanha), João Frade Trio convida Miron (Portugal/Bósnia e Herzegovina), Kin’Gongolo Kiniata (República Democrática do Congo), Ko Shin Moon (França), Samifati apresenta Transe Gnawa Express (Marrocos/França), Tabanka Djaz (Guiné-Bissau), Widad Mjama &amp; Khalil Epi (Marrocos/Tunísia/França) e os portugueses Cara de Espelho, Cristina Branco, Nomad e Raia.</p>
<p>O Mali tem sido uma presença assídua no MED e, como tal, não podia faltar à celebração dos 20 anos. O país vai estar (muito bem) representado por Ballaké Sissoko. Depois do sucesso de Djourou, o virtuoso maliano regressa para um <em>tête à tête</em> íntimo com a sua kora &#8211; íntimo mas simples e majestoso. O lançamento, muito aplaudido, do seu último álbum, “Djourou”, é uma demonstração da arte da conversação musical, à maneira de Ballaké, que entrança novos fios no longo cordão ou “djourou” que o liga a outros músicos e à história da kora.</p>
<p>O Reino de Marrocos, convidado nesta edição, vai ter em Loulé uma montra da sua cultura e a música não será exceção. Uma das propostas que se destaca é Samifati &amp; Transe Gnawa Express. Transe Gnawa Express nasceu de um encontro entre Samifati, de Nantes, e os músicos gnawa Maâlem Amine Bessi, Hamouda Benzaid e Ahmed Labnoua. O resultado é uma criação única que combina música gnawa, música eletrónica e projeções visuais, num grande ecrã LED. Um projeto 100% energético e 100% fascinante!</p>
<p>E dos PALOPS haverá uma reedição do feliz encontro entre a guineense Emeida Marta e o moçambicano Huka. Eneida Marta é uma das mais genuínas e vibrantes vozes africanas e verdadeira embaixadora da música da Guiné-Bissau. Esta paixão pela terra que a viu nascer levou-a a abraçar causas humanitárias, tendo sido nomeada pela UNICEF como sua embaixadora para a Guiné-Bissau. Nesta edição do MED, Eneida desafia o artista moçambicano Bruno Huca a acompanhá-lano palco, tal como aconteceu em 2023, durante a apresentação do 19º Festival MED, no Cineteatro Louletano.</p>
<p>Destaque ainda para o regresso ao MED dos palestinianos 47 Soul. Numa altura em que o território da Palestina está a ser palco de uma guerra que está a deixar o mundo em choque, a banda, que já atuou no MED, trará certamente uma mensagem de apelo à Paz.</p>
<p>Recorde-se que os primeiros confirmados para o Festival, durante a apresentação que aconteceu na Bolsa de Turismo de Lisboa, em março, são:  Afrotronix (Chade), Anthony B (Jamaica), Antti Paalanen (Finlândia), Bixiga 70 (Brasil), Dubioza Kolektiv (Bósnia e Herzegovina), Idiotape (Coreia do Sul), Kumbia Boruka (México/Chile/Argentina/França), Mazgani (Portugal/Irão), Mouvman Alé (Ilha da Reunião), Oum (Marrocos), Puuluup (Estónia), Roberto Fonseca (Cuba), Sofiane Saidi (Argélia), Throes+The Shine (Angola/Portugal), Tito Paris (Cabo Verde) e de Portugal, Kumpania Algazarra, Lina, Rita Vian e Teresinha Landeiro. O brasileiro Chico César cancelou, entretanto, a tour europeia e, por isso, não vem a Loulé.</p>
<p>Ao longo de 19 anos, já passaram pelo MED mais de 355 mil visitantes e atuaram 665 bandas de 75 países diferentes.</p>
<p>No dia 8 de junho, no Café Calcinha, terá lugar o último momento de apresentação do Festival MED, com a divulgação da programação ao nível das diversas valências e das parcerias estabelecidas.</p>
<p>De acordo com um estudo realizado pela CITUR da Universidade do Algarve sobre o impacto socioeconómico e a imagem percecionada que o Festival MED teve em 2023, mais de 97% dos inquiridos classificaram o evento como “Bom” ou “Muito Bom”. Ao nível do impacto económico, estima-se que essa edição tenha gerado mais de 4,6 milhões de euros na economia concelhia. 89% da despesa foi realizada por visitantes de fora do concelho.</p>
<p>O presidente da Câmara de Loulé, Vítor Aleixo, destacou precisamente o impacto turístico e económico deste evento que é também “o cartaz cultural com maior notoriedade que acontece no concelho de Loulé”. “Tenho a certeza que esta edição vai, como todas as outras, dignificar o nome de Loulé e trazer muitos milhares de turistas que se habituaram a visitar-nos nesta altura do ano. Loulé ganha projeção externa com este Festival, para além das consequências positivas para a economia da cidade e do concelho”, reafirmou.</p>
<p>No dia 8 de junho, no Café Calcinha, terá lugar o último momento de apresentação do Festival MED, com a divulgação da programação ao nível das diversas valências e das parcerias estabelecidas.</p>
<p>A apresentação deste domingo encerrou com o concerto Lá no Xepangara, inspirado na canção de Zeca Afonso, um projeto que trouxe para o palco a música e a palavra deste artista. O coletivo liderado por Manuel de Oliveira, que reúne artistas como Isabel Novella (Moçambique), Selma Uamusse (Moçambique), Fred Martins (Brasil), Karyna Gomes (Guiné Bissau) e Edu Mundo (Portugal), pretende refletir sobre a forte presença da cultura africana na vida e obra de José Afonso e o seu papel na luta pela descolonização, democratização e pelo desenvolvimento da sociedade e cultura lusófonas.</p>
<p>O calor de África invadiu o Cineteatro Louletano e este espetáculo foi um excelente aperitivo para o 20º Festival MED.</p>

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